sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Minhas Inspirações #10

lápide em forma de livro escrito saudade


Há um mês, eu e toda minha família tinhamos acabado de perder um ente; minha tia sofria com leucemia e vinha piorando no decorrer do tempo. Foi uma grande perca. Mas infelizmente essa doença te faz pensar em somente duas possibilidades, ou vive ou morre.

A cena de ver suas filhas pequenas no velório foi uma das partes mais tristes, em um dia ainda tem sua mãe e no outro já tem que repensar em tudo que farão sem ela. 

Não vou ficar falando muito disso porque eu acabei de publicar um conto no meu blog sobre isso, onde eu conto que lembro dela quando olho pra minha prima de ainda três anos que não imagina a gravidade dessa perca, pra ela, sua mãe virou uma estrela no céu que está disposta a voltar a qualquer hora.

A morte é uma das coisas mais difíceis na vida, é uma das maiores dores; por isso eu vivo dizendo à mim mesmo e às pessoas ao meu redor para aproveitarem cada momento de suas vidas, viver intensamente (não vagalmente), porque o momento pode chegar a qualquer hora, de um dia para o outro. Durma sem se arrepender do que fez, acorde planejando o que fará nos próximos minutos e faça tudo aquilo que tiver ao seu alcance. Vivendo assim, se um dia vier a ocorrer, já estaremos satisfeitos de termos vivido, ao menos o que queríamos ter vivido.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Minhas Inspirações #9

No tempo que eu fazia SENAI, conheci muita gente das quais marcaram minha vida, e como gente que marca minha vida tem sempre uma garota, lá estava ela.

Ela fazia um curso diferente do meu, mas no mesmo período. Na época que a conheci, ela namorava com um colega de classe meu. Ficamos amigos a ponto de íntimos, ela sabia meus segredos e desabafos e eu sabia os dela. Conversar com ela era o que me fazia querer ir pro SENAI todos aqueles dias.

Eu nunca perdi a amizade com ela, mesmo depois que o curso acabou. Já gostamos um do outro, mas em períodos diferentes, quando ela disse pra mim eu gostava de outra pessoa e vice-versa. Por esse motivo não ficamos juntos.

Recentemente não nos encontramos muito, mas eu ainda considero ela como sempre considerei. Sei que posso contar com ela e pra ela contar o que quiser. Ela sempre vai entender. Tenho saído com muitas pessoas, mas nunca com ela. Com tudo isso ela me escreveu uma mensagem, desabafando tudo o que achava quanto a isso, quanto a nunca estarmos mais um com o outro e em resposta listei as barreiras.

Deixo claro que nunca quero perder o que tenho com ela, podemos ser amigos e isso já é melhor que nada, sei que ela pensa assim também. Naquele dia escrevi um conto, com o que se passava na minha cabeça. Publiquei hoje no meu blog. Espero que gostem porque desde que comecei a escrever, este é um dos que mais gostei, vai ver porque se trata diretamente de mim.

Ah, o nome é: Vidas em Comum.